Saga Evanescente
Jun 21
Nunca foi segredo para ninguém que de todos os livros que eu escrevo (ou tento escrever), a Evanescente é o que eu mais amo. Sabe-se lá o motivo, mas me divirto com essa narrativa falha e cheia de infantilidades – é quase como se eu pudesse ver nas páginas mal descritas reflexos da minha adolescência hiperativa. Eu gargalho com a preocupação da Melissa com suas botas e até com os grunhidos do Feron para os gatinhos que a Halina seca; às vezes até me perco nas minhas próprias ideias, me surpreendendo com as direções que elas tomam.
Já reescrevi a Evanescente mais vezes do que pude contar (ou mais vezes que qualquer uma das minhas amigas pudesse aguentar), mas sinto que mudar o meu estilo mudaria todo o seu propósito – é um livro para pré-adolescentes, para garotas e garotos sonhadores como eu, alheios ao mundo ao seu redor e preocupados simplesmente com ação. Há mais diálogos que parágrafos, há mais gritos do que falas, porém, como disse, se eu alterasse isto deixaria de ser a minha evanescente, a série narrada por uma garota que só queria curtir a vida (noventa anos de vida, beijos) e foi forçada a amadurecer.
E, ao caminhar nessa jornada, me deparei com pessoas inigualáveis. Pessoas que todos os dias estarão aqui, desperdiçando minutos da sua vida para fazer uma postagem que me trará um sorriso ao rosto, postagens críticas ou talvez hilárias feitas por pessoas que não receberão nada por isso (além de um lugar no céu). São essas seis garotas espalhadas por nosso imenso Brasil que terão colunas nesse recomeço da Evanescente para fazer você, leitor, sorrir como eu.

- Kadja Andrade
“debaixo das cobertas com o Max” – Talvez ela seja um pouco suicida ÍRIS, NÃO CHAME A ROSA NEGRA PARA MATÁ-LA, mas a conheci em um momento estranho da minha vida. Um momento que não vale a pena mencionar, mas só que ao invés de me trazer tristezas, me trouxe a minha Kdjs, minha menina-que-foge-para-as-colinas. Foi ela quem fez esse site, ela quem me ensinou a ser viada e que eu espero morrer sendo sua amiga, nós duas, velhinhas, falando que o Barrons, da série Fever, é uma delícia e que o V’lane é um viadinho.

- Pamella Santos
“mural rubrette” – Pam faz parte da minha máfia das tangas, da moderação da Evanescente. É ela quem sofre comigo quando preciso que alguém leia algum rascunho que escrevi, ela quem tenta sobreviver às discussões sobre o ‘fêron’ ou ‘féron’ e reclama que NÃO tem sotaque nordestino ela tem, eu garanto. Conheço-a a tanto tempo que nem mais me lembro quando a vi pela primeira vez na comunidade de Rubro, gritando que amava o egípcio solumus da Halina, mas me lembro muito bem o momento em que ela bateu o pé e disse: vamos tornar Rubro uma realidade <3

- Julianne Costa
“xoxo” – Julillbs é a que eu conheço a mais tempo, a que primeiro leu meus rabiscos, do tempo em que eu escrevia sobre o General Artorius Castus (nem faz muito tempo, só 39383938493 anos). Foi ela quem me apresentou a versão atual dos vampiros, quem foi rir comigo no cinema assistindo Lua Nova e quem vai me dar uns bons tapas caso o Max morra.

- Fernanda Pareja
“além da evanescente” – Como é estranho chamar a Feeh de Fernanda. Ela morava numa cidadezinha próxima a minha até ano passado e nós amaldiçoamos o universo que conspirou para levá-la a um país de distância – e mesmo assim, ela não abandonou a Evanescente. Mesmo que ela demore três horas para me responder no msn, eu ainda a amo (não muito u.u) e vou raptá-la para Porto Velho, onde juntas poderemos ser pervas sobre todos os personagens literários masculinos entre dezoito e quarenta anos (afinal, não somos a favor da pedofilia – em alguns casos).

- Pah Nunes
“MORRI!” – Eu não sei se deveria começar dizendo que confundi-a com a Pam há um tempo atrás, mas, cara, as duas se parecem; se chamam de GÊMEAS hoje. Pah participou da Máfia das Tangas e hoje aguenta nossas ideias insanas porque… Bom, porque não a deixamos dizer não.

- Bruna Stoinski
“algumas pessoas são especiais” – A coitada foi a primeira a descobrir que Rubro existia, só porque roubou meu mp5 (isso ainda existe? o.o) de mim, dois anos atrás, e leu o primeiro capítulo. Ela amou e surtou, escrevendo a web novela comigo. Nunca se decidiu se ama o Tiago e/ou o Feron e/ou o Max; seu sonho é ir para as Arábias e ter um harém. Um harém de no mínimo cem homens.

Eu espero que se divirtam com o site tanto como nos divertimos fazendo-o ou tanto como xingamos a Kadja Andrade por mudar o layout de três em três minutos. Dúvidas, sugestões, ideias, estamos sempre no sagaevanescente@hotmail.com e no @evanescente__.  Obrigada por acreditar em nós e em nosso trabalho, rubrettes :D





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